CAMINHA

R. Frederico Augusto Lourenço 8 B

 

Domingo:

Esc. Dominical - 11:00

Culto Público - 17:30

 

5ª Feira:

Culto Público - 21:00

 

V. N. CERVEIRA

Travessa do Belo Cais

 

Sábado:

Culto Público - 15:30

 

4ª Feira:

Culto de Oração - 20:30

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE CAMINHA

Caminha é sede de um concelho com 136 Km2 e engloba uma população de 16.085 habitantes, distribuídos por 20 freguesias.

Antiga e rica em património histórico e arquitectónico, é uma atraente vila do Alto Minho a norte de Viana do Castelo, e que faz fronteira com Espanha, estando a ela "ligada" pelo ferry-boat "Santa Rita de Cássia", que atravessa o rio Minho.

O concelho é limitado a norte pelo rio Minho, a nascente pelos concelhos de Vila Nova de Cerveira e Ponte de Lima e a poente pelo Atlântico.

Póvoa marítima, medieval e fronteiriça, a vila que dá nome e é sede do concelho de Caminha remonta à época da Independência, e desenvolveu-se como porto de navegação de cabotagem até que os Descobrimentos originaram a decadência deste seu papel.

O concelho entrou então num modo de vida modesto, que só foi alterado no século XX, com a integração na rede viária do país e o desenvolvimento do turismo.

Povoação antiquíssima, nos seus arredores existem ainda alguns vestígios das civilizações proto e pré-históricas. Se bem que a bacia do Minho apresente alguns exemplares do período megalítico, a cultura dominante e que mais vestígios deixou nesta zona foi, sem dúvida, a castreja. As casas, quase todas do tipo redondo, denunciam marcas da cultura pré-céltica.

As freguesias, nomeadamente as que se situam nas encostas dos montes, patenteiam ainda um vasto património de antas e antelas. Do período da romanização ficaram pontes, caminhos e outros monumentos.

Na Idade Média, e na luta contra a pirataria moura, germinou em Caminha um núcleo de construção naval e navegação de cabotagem, abrindo as portas de um modo de vida dependente do mar. Do porto de Caminha partiram barcos para diversas partes da Europa.

Em 1284, D.Dinis concede-lhe foral, e, em 1392, D. João I fê-la porto franco. No reinado de D. Afonso V, a vila beneficiou de prerrogativas que lhe vieram dar um decisivo impulso para o desenvolvimento comercial. É ainda este rei quem, para a repovoar, a torna "couto de homiziados", para aqui enviando reclusos e criminosos. Esta medida é reforçada por D.Manuel I e, mais tarde por D.João III.

Em 1512, D. Manuel confirma o foral velho, e procede à reconstrução do forte da Ínsua. Durante a guerra da Restauração (1640), a vila tornou-se numa pequena praça de guerra. E na fase final das guerras entre liberais e absolutistas, Caminha, como boa parte das praças fortes do Norte, esteve em poder dos miguelistas.

extraido de: http://www.cm-caminha.nortenet.pt/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

@ 2002 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Caminha

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